29 de junho de 2013

“Tão cinzentas, são apenas tardes sem cores. Apenas pessoas à procura de tintas para colorir suas próprias vidas. A cor da fumaça deixada pelos carros dirigidos por pessoas; novamente cinzentas. Entre orgulhos baratos, e sentimentos bruscos, acho que ainda sei viver seguindo a melodia da vida. A minha própria melodia, que nem eu mesma sei decifrar.” — Manuscrituras, na beira da lagoa cinza.

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